TUZÉ DE ABREU, O “FILHO” DE SMETAK

Walter Smetak

WALTER SMETAK (Zurique, Suíça, 12 de fevereiro de 1913 | Salvador, Bahia, 30 de maio de 1984)

por KATHERINE FUNKE (revista Muito)

Alberto José Simões de Abreu, ou simplesmente Tuzé, 61, tem muita história para contar. “Filho de Smetak e de João Gilberto”, como ele mesmo diz, Tuzé é flautista da orquestra da Ufba, já tocou com grandes nomes da música brasileira, de Chico Buarque aos baianos Gil, Caetano, Gal e Bethânia. Com um jeito divertido e nostálgico, reservou uma manhã de maio para falar com a Muito sobre Anton Walter Smetak, “descompositor” suíço radicado na Bahia em 1957. Considerado um dos gurus do tropicalismo, Smetak (ou Tak Tak, como o batizou Gil), era mais do que um grande violoncelista ou músico. Era um profeta da nova era, que na música seria baseada no uso de microtons (notas com intervalos bem menores entre si do que as da escala usada no Ocidente). Vinte e cinco anos depois de sua morte, completados em 30.5.2009, sua obra ainda carece de um destino à altura de sua colaboração para o campo da música. Tuzé presidiu a Associação de Amigos de Smetak por dez anos e ainda sonha com o dia em que o acervo de 150 instrumentos, 22 livros, poesias e peças de teatro, será colocado à disposição da comunidade, para que as ideias do “bruxo“ possam ser melhor estudadas e compreendidas.

Tuzé de Abreu na Escola de Música da UFBA, no Canela / Foto: Rejane Carneiro - Agência A Tarde

Tuzé de Abreu na Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, no Canela / Foto: Rejane Carneiro / Agência A Tarde

Como era Smetak como ser humano?

Smetak nunca foi santo. Era completamente despido de hipocrisia, o que o fazia inúmeras vezes grosseiro. Dava respostas muitas vezes, digamos, mal-educadas. Andava com roupas deselegantes, amassadas. Fumava muito, de forma que estava sempre com um cheiro forte de fumo barato. A barba e os cabelos quase sempre descuidados. Andava como um urso, com uma grande penca de chaves tilintando presa à cintura, falava quase sempre com um jeito rude. Por um tempo, foi exilado. A Escola de Música, que havia lhe cedido um porão, não o quis mais, e arranjaram-lhe um quartinho na Escola de Dança, no Canela. Ele espantava as pessoas pela aparência, pelo jeito de falar. Mas, no fundo, era um cara doce. Aquilo era uma defesa.

O que aproximava vocês?

Muita gente na escola me chamava de filho de Smetak. A gente conversava muito, sempre teve essa coisa da consciência, do misticismo. Ele sempre gostou de me ver tocando. Tem muitos casos interessantes. Por exemplo, quando ele criou o piston cretino, entrei na sala dele e ele disse: ”Fiz isso, não sei para que serve“. Esse instrumento é um funil ligado a uma mangueira e, na outra ponta, um bocal de trompete. Aí me lembrei do berimbau, botei o funil aqui (na barriga) e fiquei tocando. Ele batizou de ”piston cretino“ por causa disso. Chamo minha geração, ligada diretamente a Smetak, de ”filhos de Smetak“. Depois surgiu uma geração de ”netos“ e amigos que fizeram um conjunto de cretinos.

Você se lembra do primeiro dia em que se viram?

Não. Eu tinha mania de andar com a flauta-doce, tocando, me parece que ele me viu e me convidou para ir à oficina. Comecei a frequentar a oficina e veio uma amizade de anos.

EXPOSIÇÃO SMETAK IMPREVISTO / Na foto: Plástica sonora Chori violino / Foto: Andrew Kemp

EXPOSIÇÃO SMETAK IMPREVISTO / Na foto: Plástica sonora Chori violino / Foto: Andrew Kemp

Houve um impacto inicial na primeira aula na oficina?

Não era bem aula, nunca teve aspecto formal. Eu ia lá, ficava conversando, ele experimentava coisas, chamava para fazer junto, pegava um instrumento, eu pegava outro. Tom Zé foi aluno oficial dele, de violoncelo. Eu nunca fui aluno, mas era mais ligado a ele do que a maioria dos alunos. Ele foi à minha casa pelo menos uma vez. Eu fui muito à casa dele, até porque o ensaio do conjunto de violão de microtons (Grupo dos Mendigos) era lá. Fui da formação inicial dos Mendigos, com Gilberto Gil, Rogério Duarte, Gereba, Capenga e Fredera.

Como funciona o violão de microtom?

No violão de microtom, um instrumento são seis. Ou seja, seis violões formam um violão só. Em cada um, é a mesma corda repetida seis vezes. A gente compunha e tocava peças e fazia improvisações. Essa foi a primeira formação, mas o melhor grupo de microtons não foi esse. Foi um que foi feito anos depois, o conjunto que gravou o segundo disco. Nessa época, eu morava no Rio, vim até aqui, estava me preparando para ir para a Europa. Ele mandou me chamar na Escola de Belas Artes. Disse que precisava de mim para fazer sons longos na gravação.

Você toca nos dois discos de Smetak. Qual foi seu grau de colaboração?

Sou o único que participou de ambos. No primeiro, participei de tudo em detalhes. Gil, eu e Rogério somos corresponsáveis pela produção desse primeiro disco. No segundo, não. Participo só de duas ou três faixas. Foi um disco muito ensaiado. Levaram de um a dois anos no trabalho de Smetak com o Conjunto de Microtons. Carlos Pita produziu.

O segundo disco parece representar uma ruptura maior com a música convencional. É isso mesmo?

O primeiro reuniu tudo o que tinha sido feito por anos e anos, sem nem pensar em disco. O segundo foi preparado especificamente para isso. O primeiro é um grande mostruário de possibilidades. O segundo é uma coisa radical, só um tipo de trabalho. É um disco difícil de ouvir, onde a estrela é o violão de microtons.

EXPOSIÇÃO SMETAK IMPREVISTO / Na foto: Plástica Sonora A ronda II / Foto: Andrew Kemp

EXPOSIÇÃO SMETAK IMPREVISTO / Na foto: Plástica Sonora A ronda II / Foto: Andrew Kemp

Você chegou a frequentar as reuniões da eubiose na casa de Smetak?

Fiz alguns exercícios, sozinho, mas nunca frequentei. Tem duas coisas que hoje em dia eu contestaria em Smetak. Ele fazia aquilo tudo para dilatar a consciência. Hoje, eu tenho certeza absoluta de que qualquer atividade que você fizer, se fizer com honestidade, também vai ampliar o seu grau de consciência. Claro que a eubiose, assim como o budismo ou a Igreja Católica são setores que se especializaram nisso. Mas, mal praticados podem até atrapalhar. Hoje, eu contestaria essa coisa proselitista nele. Outra coisa que contestaria é que ele dizia muito: ”Não faço música“. No entanto, desde a escola primária aprendi que música é a arte de combinar os sons. Há a peça silenciosa de John Cage que joga sarapatel no ventilador dos conceitos…

Como foi que um violoncelista suíço de formação erudita, que estudou com Pablo Casals, tornou-se protagonista das pesquisas “antimusicais” que o consagraram aqui na Bahia?

Ele veio da Europa a Porto Alegre em 1937 para ser músico de orquestra, camerista e professor de violoncelo. Depois, não sei exatamente por que, veio para o eixo Rio-São Paulo. Provavelmente, tocou em gravações de discos de Carmem Miranda, Orlando Silva, tocou no Cassino da Urca, tocou na orquestra feita especialmente para o IV Centenário de São Paulo, teria então, nessa época, conhecido Koellreutter (Hans-Joachim, músico). No Estado do Rio, ele conheceu José Henrique de Souza, a quem chamava de “o professor”, que era baiano. Aqui em Salvador, JHS foi conhecido por certo tempo como “Doutor Bota-Mão”. Dizia-se que curava com a imposição de mãos. Ele era o líder da Sociedade Brasileira de Teosofia, que mais tarde, numa dissidência, se transformou em Sociedade Brasileira de Eubiose. Joãozinho Trinta também fazia parte dela. Smetak ficou 11 anos estudando isso e presumo que foi aí que ele foi deixando de ser “músico”. Mudou o jeito de se vestir, deixou a mulher e foi se transformando num cara diferente. O que aconteceu? Nesses 11 anos, Smetak fez vários tipos de yoga. Ele se tornou iniciado na eubiose, em alto grau. Por esse tempo, Edgar Santos chamou Koellreutter, que fez em Salvador os Seminários Livres de Música, e chamou Smetak, para ser luterista, professor de violoncelo e tocar na orquestra da UFBA. Aí, já era o nosso Smetak.

Veio mesmo de Koellreutter o pedido para que Smetak criasse instrumentos totalmente originais?

Koellreutter teria pedido a Smetak para fazer novos instrumentos de cordas. Isso pode ser verdade, só que documentos que poderiam comprovar estão perdidos. Não importa. Daí Smetak se entusiasmou e fez muitíssimo mais do que Koellreutter pediu. Ele era um vulcão. Estava conversando, pedia um momento e ia escrever uma poesia ou fazer um instrumento. Tem mais de 300 poesias, 22 livros, fez 150 instrumentos, esculturas, peças escritas, coreografias para danças, duas peças teatrais, das quais foi montada A Caverna, inspirado no mito da caverna de Platão. A outra peça é O Errotismo do Canhoto.

Do que trata essa outra peça?

Da eubiose. Tudo de Smetak trata da eubiose… Ele detestava que o chamassem de músico ou o que fazia de música. Tem um poema tão lindo dele, que choro quando me lembro e já fiz poemas-filhotes. Fala que a pessoa vai, faz isso e aquilo, mas no fim “volta para o que sempre terá sido”. Que coisa maravilhosa. O que você terá sido é o que você ainda não realizou. É o Eu superior: você ainda não realizou, mas seu destino supremo é este.

EXPOSIÇÃO SMETAK IMPREVISTO / Na foto: Plástica Sonora Mimento / Foto: Andrew Kemp

EXPOSIÇÃO SMETAK IMPREVISTO / Na foto: Plástica Sonora Mimento / Foto: Andrew Kemp

O estudo e uso dos microtons não era exclusivo de Smetak. O que há de novo ou original na proposta dele?

Ele não inventou nem descobriu o microtom. Apenas os assumiu e os sistematizou no violão de microtons, um instrumento formado de seis partes. Ele criou o violão de microtons, mas nunca estabeleceu novas escalas. Poucos instrumentos dele deveriam ser afinados. Pelo contrário, não havia desafinação. É melhor dizer assim.

Qual a relação entre os conceitos da eubiose e os instrumentos?

Tudo nos instrumentos tem ligação com a eubiose. As formas, as cores, as notas, a maneira de dispor as cordas em alguns deles, a intenção sonora, desenhos e esculturas. Ele dizia que o intervalo entre microtons representava um espaço de anos-luz no cosmos. Imagine os meio-tons, tons inteiros e outros intervalos!

Qual o objetivo de Pindorama, instrumento de sopro para ser tocado por 28 pessoas ao mesmo tempo?

É um instrumento coletivo. Simbolicamente, representa a interconexão dos eus, tanto internos quanto externos. Há um livro dele, chamado Pavilhão dos Eus, sobre isso. Smetak morreu de enfisema pulmonar. Fumava muito.

Sofria muito?

Sofria muito. Tinha problemas respiratórios, tosse, cansaço. Nessa fase difícil, ainda por cima, separou-se de Julieta, ficou algum tempo com outra mulher, que o largou logo, deixando ele desamparado. O amigo João Santana o abrigou na sua casa. Acho que ele alcançou planos superiores, mas não os realizou. Isso é um mistério para mim. Por outro lado, agora vendo como Caetano, Smetak era um cara de grande liberdade e que abriu caminhos, mostrou ser possível fazer outras coisas.

EXPOSIÇÃO SMETAK IMPREVISTO / Na foto: Plástica Sonora Amém / Foto: Andrew Kemp

EXPOSIÇÃO SMETAK IMPREVISTO / Na foto: Plástica Sonora Amém / Foto: Andrew Kemp

De que forma os tropicalistas se relacionaram com o ideário smetakiano?

Gilberto Gil, que improvisou muito com Smetak e se tornou padrinho de Uibitu (filho de Smetak), compôs Vamos Passear no Astral e o colocou na letra de uma canção, “Smetak tak tak, Mariá babá babá Catuaba…”. Caetano Veloso produziu o primeiro disco dele e também o citou numa letra, rimando Smetak com musak (música tocada em elevadores). Caetano nunca se impressionou pela eubiose. Ele se encantou pela pessoa e pela obra tão rica e tão original. Ele disse que “Smetak é uma mente altamente sofisticada em uma criança”. Em Os Doces Bárbaros, Caetano e Gil tiveram imediatamente a ideia de fazê-lo centrado em Smetak. Mas ele dificultou tanto que acabou não rolando. Caetano considerava ele um “doce bárbaro”…

Você concorda com a ideia de Smetak de que na música convencional não acontece nada, a não ser uma sucessão de harmonias, e que com as dissonâncias é que está a geração da novidade?

Não concordo, mas entendo. Embora volta e meia ele citasse outros compositores, o único que ele nunca deixou de cultuar foi João Sebastião Bach, a quem chamava de Joseba.

Com jeito excêntrico, ele tinha muitos amigos na Escola de Música?

Nem todo mundo gostava dele. Tem gente que odiava. Quando ele morreu, alguns professores queriam jogar os instrumentos fora. Em vida, Widmer (Ernest, maestro), que era mais ligado a Smetak, inventou a ideia de ele ser professor de improvisação, para que não perdesse o cargo. Mas Smetak não queria mais nada com a escola. Queria fazer a pesquisa dele.

EXPOSIÇÃO SMETAK IMPREVISTO / Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) / Na foto: INSTRUMENTOS CRIADOS POR SMETAK / Foto: Roberto Viana/Agecom

EXPOSIÇÃO SMETAK IMPREVISTO / Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) / Na foto: INSTRUMENTOS CRIADOS POR SMETAK / Foto: Roberto Viana/Agecom

Aqui na Bahia, Smetak estudou a música dos indígenas. Nunca se interessou pela cultura afro?

Curiosamente, ele morava num bairro de predomínio negro, a mulher dele era mulata, mas ele nunca demonstrou interesse pela cultura afro. Era, sim, um estudioso dos indígenas do Brasil e da América do Sul.

A vida dele era da casa para o trabalho e do trabalho para casa?

Basicamente, sim. Ele era dedicado a essa pesquisa. Muitas vezes estávamos conversando, ele pedia para eu esperar e ia anotar uma ideia. Era um vulcão em constante erupção, dizia que fez yoga para isso.

Vamos falar do mundo pós-Smetak. Nesses 25 anos, só foram publicados dois dos 22 livros, e os instrumentos, embora tenham sido restaurados, continuam sem residência fixa. Por quê?

Demorou cem anos após a morte de Johann Sebastian Bach para o mundo descobrir a genialidade dele… Mas a obra de Smetak já tem sido reconhecida na atualidade, em diferentes áreas da música e da pesquisa… No ano passado, o professor Marcos Scarassati, da Unicamp, publicou uma dissertação de mestrado sobre sua obra. Existem netos de Smetak (no mesmo sentido que sou “filho” dele), como Mateus Dantas, Guilherme Gentil, o próprio Marcos Scarassati, Nancy Viégas, Andrezinho, Edbráss, João Millet e outros que não o conheceram pessoalmente, mas estão atuando na sua causa. O filho mais importante de Smetak é o Uakti (banda mineira). O grupo é a parte do Smetak que, no sentido habitual, “deu certo” e é conhecido internacionalmente. Marco Antônio Guimarães, criador do grupo, foi aluno de Smetak. E os instrumentos dele são muito mais bem-feitos, só que servem a uma causa temperada (possuem afinação convencional). A música de Smetak sobrevive um pouco em cada um de nós, inclusive em mim. Na hora que fui gravar Tirania, uma música nova, eu ia pedir para um violonista tocar. Mas tive uma ideia smetakiana: todos os acordes usados são de quatro notas. Então, tive a ideia de usar quatro violões, cada um em uma voz. Quando a gente juntou e montou os acordes, deu um efeito diferente.

Caossonancia - obra de Walter Smetak

Caossonancia - obra de Walter Smetak

O que você vê como conquistas dos dez anos em que ficou à frente da Associação de Amigos de Smetak?

Principalmente devidos a Walter Lima, os avanços foram a passagem dos dois discos para CD, a primeira grande restauração dos instrumentos, o lançamento da edição de luxo de Simbologia dos Instrumentos, o concerto grande na reitoria e a construção dos suportes por uma arquiteta. Avanço também foram os anos em que ficamos na Biblioteca Central da UFBA, onde conseguimos improvisar juntos aos sábados por dois a três anos, “formando” a turma liderada por Mateus Dantas, até sermos despejados, com a alegação de que precisavam do espaço.

Na sua opinião, qual seria o destino ideal para os instrumentos, que foram novamente restaurados e expostos ao público no MAM-BA, em 2007, e no MAM-SP, no ano passado?

Infelizmente, os instrumentos dele estão sofrendo mais uma vez. Mal acomodados em caixas no anexo do Museu de Arte da Bahia, num local com problemas no telhado, as caixas foram rearrumadas umas sobre as outras sem a presença de alguém ligado à obra, estão molhadas e apresentam sinais de bolor. Assim me informou Bárbara Smetak, sua filha e presidente da Associação de Amigos de Smetak. O ideal seria eles terem um lugar onde pudessem ficar bem conservados e pudessem ser utilizados. Ter um espaço dinâmico, onde pudessem ter um efeito multiplicador; com improvisações, palestras, aulas e visitações.

E para terminar?

– “Salve-se quem souber, pois poder, ninguém poderá mais”. Era uma frase que ele gostava muito de dizer. Para quem não se dispersar, o apocalipse vai ser belo.

Katherine A repórter Katherine Funke entrevistou Tuzé de Abreu para a Muito, revista dominical do jornal A Tarde, edição de 31.5.2009.

Katherine Funke é jornalista profissional, com pós-graduação em Jornalismo pelas Faculdades Jorge Amado. Em 2006 integrou equipe vencedora do Concurso Tim Lopes de Jornalismo Investigativo. Publica eventualmente no blog http://historiasdakatherine.wordpress.com

Katherine Funke é jornalista profissional, com pós-graduação em Jornalismo pelas Faculdades Jorge Amado. Em 2006 integrou equipe vencedora do Concurso Tim Lopes de Jornalismo Investigativo. Publica eventualmente no blog http://historiasdakatherine.wordpress.com

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7 Respostas to “TUZÉ DE ABREU, O “FILHO” DE SMETAK”

  1. everaldo Says:

    Parabéns Katherine, gostei da entrevista.

  2. katherine funke Says:

    Valeu, Everaldo. O blog do Jary é que está muito rico e fico superfeliz de fazer parte da seleção dele. Tuzé me recebeu sem dificuldades numa bela manhã, e falou até nossos estômagos roncarem, pedindo um almoço… Muito grata.

  3. Heinz Says:

    Ola Katherine !!
    Tenho lido seus artigos.
    Você é muito bonita !!
    Somos parentes ??

  4. Amarildo Gallo Says:

    Katherine,

    Bacana esse papo com o Tuzé! Sempre tive muita curiosidade sobre o Smetak, pois a primeira vez que li sobre ele, ainda vivo, me deixou muito impactado! No mínimo uma figura diferente e inquientante.

    bela matéria!

  5. toninho malta Says:

    Samba do Recôncavo Baiano – O meu berimbau é de ouro – a música do vídeo.
    Toninho Malta. A Escola Mestre Pastinha foi fundada in Salvador na Bahia.
    Conservações da arte da capoeira de cultura Mangolé não Largo do Pelourinho 19. O adepto Mestre Pastinha foi um dos principais Arquivos deste Conhecimento e Luta.
    Não deixar nenhum tempo perder os valores e a originalidade deste desenvolvimento…

    Foi através de um africano de nome Benedito na Bahia que originou Mestre Pastinha.

  6. toninho malta Says:

    meu empresário está na bahia.
    E-mail: luzjuruna@hotmail.com
    fone:(71)91695573

  7. toninho malta Says:

    Nome: Toninho Malta
    Email: toninho_malta@hotmail.com
    Mensagem: Toninho Malta, da banda chamego de rapariga, agradece de coração pelo carinho e o gesto de amigo que esta rapaziada tem dado ao trabalho artístico para com ele. Meus gestos de carinho. Ass. Toninho Malta.

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