MOQUEQUINHAS

Anuncio agora o que vem aí neste blog, as ideias e os posts em gestação.

GENTE DA BAHIA

Esse é o título de uma nova seção, que já tem texto pronto, de ZédejesusBarrêto, sobre o argentino Carybé, um baiano autêntico.  ZédejesusBarrêto certamente tem muito a contribuir para esta seção. Ele poderá escrever de maneira caracteristicamente apaixonada também sobre outro imigrante ilustre, o franco-baiano Pierre Verger.

 

 

CARYBÉ

Como prévia do tema, sugiro a leitura do texto sobre Carybé escrito por Matilde Matos, crítica de arte, membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte e da Associação Internacional de Críticos de Arte, publicado na Revista Afro-Ásia nº 29-30 (2003), do Centro de Estudos Afro-Orientais  (CEAO-UFBA – instituição fundamental como consulta para os objetivos deste blog), sob o título  “A BAHIA VISTA POR CARYBÉ (1911-1997)”

disponível no endereço:

http://www.afroasia.ufba.br/pdf/afroasia_n29_30_p389.pdf

 

NOVOS  COLABORADORES

Convidei algumas pessoas a colaborar com textos para o Jeito Baiano, como o jornalista e grande expert em comunicações Vander Prata, a escritora Cléo Martins (sotero-paulistana com ampla cultura religiosa e décadas de experiência na vida baiana), as repórteres Eduarda Uzeda (com vivência e conhecimento das artes cênicas da Bahia) e Mary Weinstein (jornalista combativa voltada para questões ambientais e urbanísticas da Cidade da Bahia), ambas do jornal A Tarde, de Salvador, e mais o comunicólogo Marlon Marcos, estudioso do trabalho de grandes cantoras como Maria Bethânia, além de blogger do Memórias do Mar (aqui indicado como site, veja lá no alto à direita).

Pois o novo colaborador Marlon Marcos já prepara dois textos para a seção Gente da Bahia, um sobre o sambista Batatinha e o outro dedicado a Mãe Valnizia de Aiyrá, a yalorixá do Terreiro do Cobre, no Engenho Velho da Federação, em Salvador, que ontem (9/5/09), no Solar do Ferrão, no Pelourinho, lançou sua autobiografia, “Resistência e fé – Fragmentos da vida de Valnizia de Aiyrá”  (edição independente de 500 exemplares).

 

MÃE VALNIZIA DE AIYRÁ

Sobre Mãe Val, pretendo também reproduzir aqui a matéria da minha amiga Cleidiana Ramos – colega de A Tarde e blogger do Mundo Afro (veja link na lista de sites no alto à direita) –, publicada neste sábado dia 9 no Caderno 2 desse jornal. Como prévia indico estes dois posts do Mundo Afro:

– A Bênção: Hora do livro de Mãe Valnizia (8/5/09)

– Boas notícias para o Terreiro do Cobre (6/5/09)

 

MANUEL QUERINO

A seção Gente da Bahia em breve fará referência a um expoente histórico e pioneiro da baianidade, Manuel Querino (1851-1923), negro de Santo Amaro da Purificação, escritor, artista plástico, político, professor, funcionário público. A referência será o livro lançado em 18 de março deste ano reunindo seus artigos na Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia.

 

CIDADE DO SALVADOR

A Bahia não é uma só, são muitas. Embora seja arriscado relacioná-las pois sempre vão aparecer algumas delas – com o justo orgulho dos baianos de todas as regiões – queixando-se por não terem sido citadas. Mesmo assim ouso, como paulistano ainda aprendiz de baiano, fazer uma lista:

Existe a Bahia de Juazeiro e da região do Rio São Francisco. Existe a Bahia de Lençóis e da Chapada Diamantina. Existe a Bahia de Ilhéus e Itabuna  e a região Sul do estado. Existe a Bahia de Porto Seguro e Eunápolis  e o Extremo-Sul. Existe a Bahia de Paulo Afonso e o Semi-Árido. Existe a Bahia da Feira de Santana, a das portas do Sertão. Existe todo o Sertão baiano. Interessa muito a este blog retratar e estudar as manifestações do jeito baiano nessas e outras cidades e regiões.

Mas a Cidade da Bahia e o Recôncavo baiano têm mais destaque neste blog por ele ser gerado em Salvador, onde reside este blogueiro. Muito se pretende falar aqui de tudo o que envolve a Cidade da Bahia, sob os pontos de vista da história, das tradições, cultura e costumes, política, economia, e os problemas do cotidiano soteropolitano, as condições de vida, a falta de infraestrutura urbana, a defesa da cidadania, os planos de desenvolvimento local, a situação social, a violência, a miséria, o racismo, a homofobia e tanta outras questões essenciais e urgentes.

 

CIVILIDADE BAIANA

Um tema para muitas polêmicas:

Como incorparar na vida da Cidade da Bahia padrões europeus de civilidade sem que os baianos percam a sua ginga e a sua alegria?

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